Esporte é coisa para mulher sim!

Já ouviu alguém dizendo: ”Esporte não é coisa de mulher!”

Mesmo essa frase soando absurda, ela é bastante falada por aí (por homens e mulheres).

Isso remete aos tempos antigos, onde acreditava-se que a mulher tornaria-se mais masculina praticando atividades físicas.

 

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Aliás, nessa época o costume era de os homens competirem nus e proibirem as mulheres de assistir! 
Caso elas fossem flagradas, eram condenadas à morte.

Ainda bem que esse cenário mudou, graças às mais diversas mulheres que lutaram (e ainda lutam) para quebrar todas essas barreiras.

Conheça mais sobre as modalidades esportivas melhoraram para a entrada de outras mulheres nas competições.

Alice Melliat – a mulher que mudou tudo!

A francesa tem um papel destaque para a mudança dos modos como as mulheres eram vistas nos esportes.

Ela fundou a Federação Esportiva Feminina Internacional em 1917, estabelecendo regras para o esporte feminino e supervisionando as competições.

A repercussão foi tanta que, em 1936, conseguiu fazer com que as mulheres fossem reconhecidas como atletas olímpicas pelo COI, durante as Olimpíadas de Berlim.

 

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E no Brasil?

Bem, em terras brasileiras, a precursora para a mudança feminina foi a paulista Maria Lenk!

Em 1932, com apenas 17 anos, foi a primeira mulher brasileira a participar de uma olimpíada, sendo uma das principais nadadoras da época.

Infelizmente, ela não ganhou medalhas, mas serviu de incentivo para que outras mulheres começassem a participar dos jogos.

 

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Um fato bem assustador: as mulheres só passaram a ter direito de participação em todas as modalidades olímpicas apenas em 2012!

Como aconteceu essa inclusão feminina?

Apenas em 1928, o COI aprovou a inclusão de provas de atletismo para mulheres. Mas, infelizmente, acreditava-se naquela época que as mulheres não eram capazes de correr grandes distâncias, restringindo sua participação (ATÉ 1960!).

Acha que ficaram de braços cruzados?

Nada disso!

Começaram a desafiar as regras e participavam de provas exclusivas para o público masculino, como a Maratona de Boston, São Silvestre, entre outras.

E derrubaram diversos preconceitos sobre fragilidade feminina em provas de atletismo cada vez mais longas.

 

A presença das mulheres foi consolidada em 1984, nas provas de longa distância.

MAAAS, apenas em 1996 a maratona feminina foi incluída nas olímpiadas. Muito tempo não é mesmo?

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O mundo dos esportes ainda é bastante masculinizado, mas ainda podemos mudar esse cenário.

Pode levar algum tempo para que os números vistos da presença das mulheres dentro do universo dos esportes sofram grandes alterações, possibilitando uma maior aceitação das mulheres no esporte.

Mas desde já, a luta deve continuar e ser diária. Incentive mais mulheres a participarem desse universo!

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